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Entrevistas
ALEXANDRE GUSMÃO - Ao chegar à edição 300, diretor de Proteção conta como começou e o papel da revista como agente de mudanças
Sem ter um conhecimento mais aprofundado sobre Saúde e Segurança do Trabalho, o jornalista Alexandre Eggler Gusmão, 58, aceitou, no final dos anos de 1980, o convite para ser repórter e redator de uma revista técnica: a Proteção. Gusmão, que tinha trabalhado até então como repórter, editor e diretor chefe de redação em jornais diários da região do Vale do Sinos, percebeu como uma oportunidade a realização de um trabalho num veículo especializado. Aos poucos começou a se apaixonar pela forma envolvente com que o tema o abraçava. "Quando percebi a responsabilidade que seria editar uma revista técnica e, ao mesmo tempo, a minha total ignorância sobre o assunto, o impacto foi forte. Comecei a ler sobre SST e lembro que a primeira dúvida que tive foi o que era o tal do EPI" [risos].

Com muito trabalho e humildade, ele foi aos poucos vencendo as dificuldades, afinal,  não era técnico, engenheiro e muito menos médico. Era um jornalista, mas como todo bom profissional da área, começou a ir atrás da informação de qualidade, além de cercar-se de profissionais que entendiam dos assuntos tratados. "Desde o início me preocupei em buscar bons consultores para nos ajudarem a mostrar o caminho que a revista devia seguir. Isto está no nosso DNA: focar nos temas e necessidades mais importantes do momento, com pessoas capacitadas e com reconhecido saber a respeito de saúde e segurança", relata. Para marcar as 300 edições, Proteção resolveu ouvir o seu diretor, que nesta entrevista fala da evolução da revista e do setor de SST no Brasil.

Em 1987, quando tudo começou, você pensava que a revista pudesse chegar às 300 edições?

Eu não estava presente no início do projeto que foi desenvolvido por pessoas ligadas à empresa Plinio Fleck, que na oportunidade vislumbraram a necessidade de uma publicação que falasse de forma aprofundada das questões ligadas à Segurança do Trabalho. Tenho certeza que eles não tinham noção da dimensão do que iria acontecer, mas eles sabiam da sua responsabilidade e da importância do tema. A revista sempre deixou clara a intenção de aprofundar as questões, de ser rigorosa na apuração das informações porque sabia que uma revista técnica voltada para a área de SST tem uma margem muito pequena para erros. Não pode publicar informações que venham a comprometer a saúde e segurança dos trabalhadores. Uma informação malconduzida num veículo convencional pode ter um efeito prejudicial, mas uma informação malconduzida numa revista que fala sobre SST pode resultar em acidentes e lesões porque informações equivocadas podem levar o profissional a cometer erros.

Foto: Martina Wartchow

Entrevista à jornalista Daniela Bossle

Confira a entrevista completa na edição de dezembro da Revista Proteção.
 
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