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Anuário Brasileiro de Proteção 2013
Centro-Oeste

Região em crescimento

Centro-Oeste foi responsável pelo menor índice de acidentalidade em 2011

A Agricultura e a Pecuária sempre foram consideradas as atividades de maior destaque e importância para o desenvolvimento econômico da Região Centro-Oeste e, também, para a balança comercial brasileira. Tanto que a Região liderou a produção de grãos na safra correspondente ao período de 2011/12. De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Centro-Oeste superou o Sul, que teve 34,6% de participação na produção, enquanto que a região central do País respondeu por 43% da produção brasileira. O Estado do Mato Grosso, que compõe a Região junto com Goiás, Mato Grosso do Sul e Distrito Fede­ral, foi o principal responsável por este re­sultado, tendo produzido aproximadamente 25% da safra nacional neste perío­do.

No entanto, independente do bom de­sempenho obtido pela Agroindústria no cenário econômico do Centro-Oeste, a Indústria da Construção também tem respondido significativamente pelo crescimento da Região. Tanto que, hoje, o mercado da construção já é visto como uma das principais atividades desenvolvidas. Pa­ra o educador e tecnologista da Funda­cen­tro/DF, Luiz Augusto Damas­ceno Brasil, parte desta mudança se deve ao incre­mento na verticalização das moradias, que vem ocorrendo nas capitais e nas principais cidades do Centro-Oeste, e na construção de inúmeras estradas, hidrelétricas e grandes obras de infraestrutura.

Em 2011, a Região Centro-Oeste ­gerou 157.041 novos empregos, sendo que, des­tes, 20.959 foram originados pela ­Indústria da Construção. Assim sendo, 13,3% da mão-de-obra gerada pela Região foi absorvida pelo setor da construção. O Mato Grosso do Sul foi o Estado que vislumbrou o maior crescimento na mão-de-obra da Construção Civil. Isto porque ela aumentou em 22,9% o número de trabalha­dores na área, enquanto que Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal tiveram um a­créscimo de 21,3%, 20,1% e 13,4%, res­pec­tivamente, em seu escopo ­profissional no segmento. "É notório o au­mento da pro­dutividade provocado pela Indústria da Construção. Em contrapar­tida, é significativo também o número de acidentes de trabalho devido, principalmente, a quedas de altura. Obviamente o ideal seria que o progresso e a produtividade fossem geridos equilibradamente para não ceifar vidas ou produzir infortúnios aos trabalhadores", afirma Brasil.

Elevação

Conforme os dados publicados pela Previdência Social, o Centro-Oeste foi a Região que apresentou o menor percen­tual de aumento na taxa de a­cidentalidade no último ano, em compa­ração a 2010. Ao todo, a Região con­tabilizou 47.884 a­cidentes em 2011, número que, além de representar 6,7% dos acidentes re­gistrados no País, é 0,3% maior do que o computado no ano anterior (47.722), sendo que esta pequena elevação está atrelada à performance do Mato Grosso do Sul no cenário aciden­tá­rio brasileiro. Isto porque o Estado foi o ú­nico a apresentar aumento no registro de seus acidentes laborais. Os sul-mato­grossenses sofreram 10.619 agravos em 2011, enquanto que em 2010 tinham so­frido 10.102 acidentes, o que mostra um crescimento de 5,1% em decorrência da atividade profissional.

Os sul-matogrossenses também foram os que sofreram o maior aumento nas o­corrências de acidentes fatais no Centro-Oeste. De 44 óbitos registrados em 2010, o Estado passou para 64 mortes re­lacionadas ao trabalho em 2011, número que representa um aumento de 45,4% na proporção de mortalidade laboral no Mato Grosso do Sul. Já o Estado do Mato Grosso registrou um acréscimo de 23,8% no número de acidentes fatais. Os óbi­tos pas­saram de 105, em 2010, para 130, no úl­timo ano. Visto que o MT conta­bi­li­zou 13.437 acidentes em 2011, a mor­talidade para cada 10 mil acidentes é de 97. Já o Estado de Goiás tem 80 mortes no trabalho para cada 10 mil acidentes.

Os goianos ainda possuem a maior média acidentária registrada no Centro-Oeste nos últimos 22 anos (de 1990 a 2011). Em média, o Estado gera 10.044 acidentes de trabalho a cada ano, provocando a morte de 110 trabalhadores.

Ce­ná­rio de mortalidade laboral mais preocu­pante pode ser observado no Mato Gros­so, em que na média de acidentes fatais contabilizada nos últimos 22 anos, 118 trabalhadores perdem a vida em decorrência de um acidente de trabalho.

O número se torna ainda mais significativo quando se faz uma média de óbitos a cada 10 mil acidentes. Por este cálculo, estima-se que o Estado perca 301 trabalhadores, sendo a unidade federativa que mais leva trabalhadores a óbito na Região por acidente computado.

Em 2010, a Indústria da Construção ma­tou 10 trabalhadores no Distrito Federal. No entanto, coube às atividades de Água, Esgoto e Resíduos a maior mor­talidade em 2010 no DF. Para cada grupo de 100 mil trabalhadores, 29,39 perderam a vida no exercício do trabalho. Já no Estado de Goiás, a atividade que respondeu pela maior taxa de mortalidade foi a Extrativa Mineral, que provocou a morte de 64,8 trabalhadores para cada grupo de 100 mil empregados celetistas, tendo na sequência o trabalho de Água, Esgoto e Resíduos com 42,4 mor­tes para cada grupo de 100 mil trabalhadores.

Crescimento

Quadro semelhante pode ser observado no Estado do Mato Grosso, quando os ser­viços de Transporte, Armazenagem e Correios tiveram o maior coeficiente  de mortes entre os trabalhadores. A ativi­dade foi responsável por tirar a vida de 47,78 trabalhadores para cada grupo de 100 mil empregados, enquanto que o setor de Água, Esgoto e Resíduos respondeu pela segunda maior mortalidade entre os ma­to­grossenses (43,3).

Além de representar um dos maiores índices de mor­talidade na Região, o mes­­­mo setor também respondeu pela maior incidência de acidentes laborais na capital do Brasil, em Goiás e em Mato ­Grosso. De cada grupo de 100 trabalhadores que atuam no serviço de Água, Esgoto e Resíduos, 4,6 sofreram acidentes de trabalho no Distrito Federal, 5,1 em Goiás e 5,8 no Mato Grosso.

Já no Estado do Mato Grosso do Sul a atividade que apresentou maior incidência de acidentes por trabalhador em 2010 foi a que está atrelada ao Serviço na Administração Pública, De­fesa e Seguridade Social. O segmento gerou, em média, 8,6 acidentes para cada 100 empregados celetistas. Contudo, foram as atividades de Eletricidade e Gás que culminaram na maior taxa de mor­talidade para cada 100 mil trabalhadores: 76,6%.

No que se refere ao adoecimento labo­ral em 2011, apenas o Mato Grosso do Sul apresentou aumento em suas ocorrências, passando de 224, em 2010, para 243, no último ano, o que representou um crescimento de 8,5% nas ocorrências de doenças do trabalho.

No entanto, o aumento se deu apenas nos registros com CAT (Comunicação de Acidente do Trabalho), pois os dados sem CAT re­gistrada, tiveram redução de 4,5% (de 2.746 regis­tros, no ano anterior, passou pa­ra 2.620, em 2011).

Entre os estados que compõem a Região Centro-Oeste, o estado que apresen­tou a ­maior queda na emissão de ­registros de acidentes de trabalho sem CAT foi Goiás, com redução de 18,9% neste tipo de notificação.


Confira abaixo as tabelas em PDF

Distrito Federal - incapacidades permanentes reduziram em 21,8% de 2010 para 2011

 

Goiás - mortes reduziram 6,8% entre 2010 e 2011

 

Mato Grosso - 33,6% foi a queda do número de doenças entre 2010 e 2011

 

Mato Grosso do Sul - 45% de aumento nos óbitos de 2010 para 2011

 
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