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Anuário Brasileiro de Proteção 2012
Sudeste

Sudeste / Economia aquecida

Principal polo de desenvolvimento responde pela maior acidentalidade

Após a grande expansão no Nordeste nos últimos anos, a Re­gião Sudeste está retomando o posto de principal polo de desenvolvimento do país. A mudança de cenário deve-se, em grande parte, ao fato de que a Região já possui uma infraes­tru­tura pronta e adequada para receber a injeção de investimentos que deverá o­correr nos próximos anos com a exploração do pré-sal e jogos da Copa do Mundo e da Olimpíada.

Outro fator que fortalece a economia da Região é a imponência do setor de ser­viços nos quatro estados que compõem o Sudeste. Cerca de 60% das em­presas do setor estão aí concentradas. De acordo com um estudo da PAS (Pes­quisa Anual de Serviços) divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) neste ano, de cada 10 trabalhadores do setor de serviços no país, seis estão empregados no Sudeste.

Em virtude desta forte predominância econômica, a Região acaba comportando um grande número de profissionais em suas inúmeras frentes de trabalho. No úl­timo ano foram contabilizados 22.460.999 trabalhadores com carteira assinada, número que corresponde a 51% dos profissionais empregados no Brasil. Com isto, a Região também responde pe­lo maior percentual de acidentalidade no trabalho. Em 2010 ocorreram 378.564 a­gravos no Sudes­te, o que representa 54% dos acidentes registrados no Brasil (701.496).

São Paulo, a grande metrópole ­nacional, detém 64% dos registros de aciden­tali­da­de na Região. No último ano foram no­­tificados 242.271 acidentes no estado pau­lista. No entanto, os paulistas conseguiram reduzir em 2,8% o seu número de acidentes laborais em relação a 2009 (249.289). Mesmo com esta diminuição de ocorrências, o estado continua tendo a taxa mais alta de acidentalidade do Su­deste. De cada 100 mil trabalhadores, 1.882 tiveram algum agravo rela­cionado ao ambiente laboral. Numa perspectiva dos acidentes e doenças do traba­lho para os últimos 21 anos, os paulistas também lideram a taxa de acidentalidade. A média de registros é de 2.482 para cada 100 mil trabalhadores, número 147,2% superior ao percentual obtido pelo Rio de Janeiro entre 1990 e 2010 (1.004).

Redução

Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Ja­neiro, por sua vez, conquistaram uma redução mais significativa que o Estado de São Paulo em seu número de acidentes de trabalho no último ano. Entre eles, destaca-se o Espírito Santo, que diminuiu em 10,1% as ocorrências de acidentali­da­de. Passou de 15.121 registros em 2009 para 13.592 em 2010. Já o Rio de Janeiro reduziu seu número de acidentes em 4,5% (de 50.228 para 47.938) e Minas Gerais em 3,9% (passou de 77.794 para 74.763).

No entanto, os mineiros são o estado da Região Sudeste com o maior aumento de mortes no período entre 2009 e 2010: 11,7%. De 307 óbitos passou para 343 no ­último ano. Os paulistas, que de­têm o maior nú­mero de acidentes fatais em 2010 (710), tiveram a segunda maior elevação de óbi­tos relacionados ao tra­ba­lho neste período: 6,3%. O Rio de Janeiro, por outro la­do, foi o único estado que obteve redução em seus óbitos. Enquanto em 2009 registrou 158 acidentes ­fatais, no último ano contabilizou 147 mor­­tes.

O estado fluminense ainda apresentou queda nos casos de acidentes laborais com incapacitação permanente. De 946 casos registrados em 2009, contabi­lizou 856 no último ano. Contudo, a maior redução, neste enquadramento, no Sudeste coube ao Estado de São Paulo, que di­minuiu em 20,6% os casos de trabalhadores incapacitados permanentemente. As ocorrências caíram de 4.013 para 3.186.


Confira abaixo as tabelas em PDF

Tabela 1 - Média de Acidentes de Trabalho ocorridos nos últimos 21 anos

 

Tabela 2 - Espírito Santo - acidentes de trajeto cresceram 12,8% de 2008 para 2010

 

Tabela 3 - Minas Gerais - incapacidades permanentes aumentaram 71,4% de 2007 para 2010

 

Tabela 4 - Rio de Janeiro - 651.410 acidentes de trabalho registrados nos últimos 21 anos

 

Tabela 5 - São Paulo - 20.679 mortos em acidentes de trabalho em 21 anos

 
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