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Anuário Brasileiro de Proteção 2012
Norte

Norte / Em expansão

Atividade econômica e mão de obra aumentam, mas os acidentes caem 5,8% no último ano

Em virtude dos recentes investimentos de construtoras e incorporadoras que estão se instalando na Região, o Norte do país está vivenciando um ciclo de crescimento semelhante ao que ocorreu no Nor­deste e no Centro-Oeste nos últimos anos. A Re­gião está decretando o fim de um longo período de estagnação econômica que se estabelecia há décadas. O a­­vanço da pecuária, da soja e do milho nos estados que compõem o Norte (Pará, Amazonas, Ron­dônia, Roraima, Tocantins, Amapá e Acre) foi um dos principais de­sen­cadeadores desta revitalização comercial.

Somente nos primeiros setes meses de 2011, o Norte exportou US$ 10, 934 bilhões, o que representou um crescimento de 59,8% num comparativo ao mes­mo período de 2010. No entanto, apesar do grande volume de exportações gerado pela Região, a construção de grandes obras de infraestrutura pode ser apontada como fator crucial para o atual crescimento e desenvolvimento do Norte. Atualmente, estima-se que estejam em obras mais de 50 estradas, ferrovias, pontes, siderúrgicas e usinas.

O estado de Rondônia exemplifica bem o desenvolvimento da Região. Ele, que an­tes sobrevivia basicamente da exploração da borracha e da castanha-do-pará, pas­sou a investir fortemente no mercado pecuário. Tanto que hoje reúne mais de 12 milhões de cabeças de gado, o que viabilizou uma aproximação maior en­tre o Norte e o restante do país, além do de­senvolvimento gradativo do próprio estado. No caso da indústria da construção em Ron­dônia, houve um ­crescimento em sua demanda profissional de 172,7% de 2008 para 2009 (de 10.274 trabalhadores para 28.016).

A expansão do mercado de trabalho em toda a Região também pode ser observada pelo contingente profissional. Entre 2009 e 2010, o Norte teve um aumen­to de 9,9% no seu número de trabalhado­res com carteira as­sinada. De 2.191.265 ce­letistas em 2009, contabili­zou 2.408.182 no último ano. O aumento é mais representativo do que o ocorrido entre 2008 e 2009, quando houve uma alta de 5,3% de empre­ga­bilidade na Região (2.080.009 trabalhadores empregados em 2008).

Redução

Em contrapartida, surpreendentemente, o Norte obteve uma redução significa­tiva de acidentalidade no último ano se comparada a 2009: 5,8%. De 31.026 acidentes de trabalho regis­tra­dos em 2009, caiu para 29.220 em 2010. Apesar de ter o nú­mero mais baixo de o­corrências no Bra­sil e de também ter tido a ­segunda ­maior redução de ­agravos laborais, a Região a­presentou uma média de acidentalidade maior do que a registra­da no Nordeste. Is­to porque para cada 100 mil traba­lhado­res são contabilizados 1.213 acidentes de trabalho (na mesma base de comparação, o Nordeste registra 1.117 ocorrên­cias). É possível que esta redução de acidentes em números absolutos seja ­apenas fruto da ausência de registros adequa­dos so­bre a situação acidentária na Região.

Considerados os principais polos industriais, Pará e Amazonas, juntos, respondem por 67,8% dos acidentes de ­trabalho registrados no Norte. Apesar da alta repre­sen­tatividade, ambos os estados apresen­taram redução significativa no seu número de notificações. ­Enquanto que o Pará registrou queda de 6,5% (de 12.231 acidentes em 2009 para 11.435 em 2010), o Amazonas teve redução de 5,3% em suas ocorrências laborais (passou de 8.849 agravos em 2009 para 8.375 no úl­timo ano). No entanto, coube ao To­cantins a maior queda de acidentali­da­de nos últimos dois anos: 24,2% (de 2.461 para 1.864). Ao mesmo tempo, nes­te mesmo período de análise, foi o estado que con­ta­bilizou a maior elevação na taxa de mortalidade da Região: 13,3%.


Confira abaixo as tabelas em PDF

 

Tabela 1 - Média de Acidentes de Trabalho ocorridos nos últimos 21 anos

 

Tabela 2 - Acre - acidentes cresceram 384,8% nos últimos 10 anos

 

Tabela 3 - Amapá - 5.962 trabalhadores acidentaram-se entre 1995 e 2010

 

Tabela 4 - Amazonas - 38% foi a queda do número de doenças entre 2009 e 2010

 

Tabela 5 - Pará - 1.525 trabalhadores morreram nos últimos 21 anos

 

Tabela 6 - Rondônia - incapacidades permanentes reduziram em 46,1% de 2009 para 2010

 

Tabela 7 - Roraima - 3.005 acidentes nos últimos 14 anos

 

Tabela 8 - Tocantins - 19.025 acidentes de trabalho em 16 anos

 
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