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Você está em: Edições / Ed. 9/2018
 
Edição 9/2018
MATÉRIA DE CAPA
Inovações de valor

Reportagem de Raira Cardoso

Crédito capa: Leo Lara

Inteligência artificial, realidade virtual e aumentada são apenas algumas das tecnologias utilizadas para aprimorar a Segurança e a Saúde no Trabalho nas empresas

Há algumas décadas, um dispositivo eletrônico que armazenasse as informações dos funcionários era apenas um sonho distante. Hoje, as tecnologias não só comportam os dados pertinentes à saúde e segurança dos colaboradores, mas também os riscos existentes nos ambientes laborais onde eles estão inseridos. Mais do que isso, a `máquina’ analisa essas informações por conta própria, apontando possíveis falhas e medidas preventivas.

Esse é apenas um exemplo de como as evoluções tecnológicas têm impactado, não só na produtividade das empresas, mas na área de Segurança e Saúde no Trabalho. Seja por meio de inteligência artificial, realidade virtual e aumentada, wearables (tecnologia vestível), drones, entre outros, o fato é que, na medida em que vão sendo implantadas nas empresas, essas inovações têm mudado as relações de trabalho e as formas de se trabalhar. Durante esse período de transição, em que tudo é novidade, os profissionais do SESMT são desafiados a buscarem os conhecimentos necessários para a adoção dessas ferramentas de forma adequada, além de avaliarem se elas colaboram de fato para um ambiente de trabalho mais seguro e saudável.

Confira a reportagem completa na edição de setembro da Revista Proteção.



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Um novo olhar sobre a saúde

FOTO: Leonardo Moraes

Entrevista à jornalista Raira Cardoso

Mudanças na organização do trabalho exigem dos médicos uma visão voltada à gestão de cada caso

Natural de Recife/PE, João Silvestre sempre teve sua carreira focada na promoção da saúde e do bem-estar das pessoas e já no início do curso de Medicina viu seu interesse sendo despertado para os cuidados voltados à saúde do trabalhador. A experiência adquirida durante sua atuação em assessorias de Medicina do Trabalho o levou à especialização na área, o que ocorreu em 2005, após ter se mudado para a cidade de São Paulo.

Desde então ele tem se dedicado à área por diversas frentes. Perito médico previdenciário do INSS, ele começou sua carreira na mesma época em que o NTEP (Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário) estava sendo implantado nos sistemas da Previdência Social. Alteração essa que, segundo o especialista, "promoveu uma mudança no perfil das notificações de acidentes de trabalho no Brasil". Na função há mais de uma década, atualmente destina seus esforços principalmente à reabilitação profissional. Tema que também vem desenvolvendo em sua vida acadêmica, sendo seu mestrado e doutorado, respectivamente, sobre afastamentos do trabalho por transtornos mentais e o retorno ao trabalho após esses afastamentos.

Também é professor dos cursos de especialização em Medicina do Trabalho da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Além de estar vinculado ao Centro Universitário São Camilo, onde está participando da elaboração de uma pós-graduação em Medicina do Trabalho e cursos de extensão. Em paralelo, ainda é diretor de Relações Internacionais da Anamt e editor associado da Revista Brasileira de Medicina do Trabalho.

Confira a entrevista completa na edição de setembro da Revista Proteção.



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Segurança garantida

FOTO: Stonehenge

AUTORES: Marcelo Neris de Santana e Elton Renan Fagundes

Atividades de trabalho que exigem acesso por corda devem seguir regras específicas

A atividade de acesso por corda no Brasil está bem estruturada e hoje podemos afirmar que as legislações, assim como as normas técnicas, são completas e detalhadas possibilitando segurança para aqueles que seguem os requisitos descritos. Internacionalmente existe apenas uma norma sobre o assunto, a ISO 22846 que aborda sobre o sistema de acesso por corda. Esta norma possui duas partes: Princípios fundamentais para um sistema de trabalho e Código de prática.

Por ter um caráter internacional traz requisitos gerais e cita que a aplicação da norma deve estar em harmonia e respeitar as normas e regulamentos de cada país. No Brasil, temos uma norma que trata da certificação de profissionais, a ABNT NBR 15.475. Essa norma apresenta os requisitos de certificação de pessoas que atuam no acesso por corda e detalha todo o processo, desde os requisitos de aptidão física até o detalhamento dos exames de qualificação teóricos e práticos.

Temos também a norma ABNT NBR 15.595 que descreve o procedimento para aplicação do método, referindo-se ao acesso por corda. Ela estabelece as regras e traz orientações aos profissionais e empresas que utilizam esta prática a fim de garantir que a atividade aconteça com eficiência e segurança.

Confira o artigo completo na edição de setembro da Revista Proteção.



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Medida corretiva

ILUSTRAÇÃO: Beto Soares/Estúdio Boom

AUTORES: Joubert R. S. Junior, Paulo C. M. Lamim Filho, Josemar S. Moreira, Fabiano Bianchini Batista e Letícia Resende Rodrigues

Vibração em mãos e braços pode ser atenuada com uso de luva especial

A vibração ocupacional está presente nas mais variadas formas de trabalho e um dos riscos à saúde dos trabalhadores nas atividades realizadas em indústrias é a vibração em mãos e braços.

O advento dos motores elétricos trouxe consigo o surgimento de ferramentas motorizadas no ambiente de trabalho, que têm proporcionado facilidade e otimização nas atividades industriais. Estas ferramentas ou máquinas rotativas, como toda máquina mecânica, produzem vibrações devido ao seu funcionamento.

Segundo o engenheiro Tuffi Saliba, a vibração é um movimento oscilatório de um corpo devido a forças desequilibradas de componentes rotativos e movimentos alternados de uma máquina ou equipamento. Se o corpo vibra, este descreve um movimento oscilatório e periódico, envolvendo deslocamento num certo tempo. Assim se têm envolvidas no movimento uma velocidade, uma aceleração e uma frequência.

Confira o artigo completo na edição de setembro da Revista Proteção.




Veja a bibliografia usada neste artigo.





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Do erro à experiência

FOTO: Arquivo CETESB

AUTORES: Eugênio Hatem Diniz, Francisco de Paula Antunes Lima, Raoni Rocha e Marcelo Araújo Campos

Profissionais precisam aproveitar oportunidades para desenvolver segurança e eficiência

Constitui prática comum, após a ocorrência de um acidente, profissionais de Saúde e Segurança do Trabalho saírem em busca de culpado(s) pelos erros cometidos pelos trabalhadores e superiores hierárquicos por infringirem procedimentos e regras e/ou por falhas técnicas. Nessa busca usa-se como "ferramenta de investigação de acidente" comparar as prescrições de como a tarefa teoricamente deveria ser feita (protocolos, normas, procedimentos operacionais padrão, regras) com a forma como ela de fato estava acontecendo. As "desobediências e não-conformidades" encontradas são então tidas como "causas do acidente".

As análises do acidente apresentam ainda, implicitamente ou não, na sua forma de condução, tentativas de aliviar a responsabilidade da equipe de SST pela ocorrência, muitas vezes, por meio da indicação do "ato inseguro" cometido pela vítima. Uma vez encontrado o culpado ou a falha técnica, a missão é dada como encerrada com algumas sugestões no campo do fortalecimento do comportamento seguro, do reforço da regra a ser seguida, da substituição ou reparação do equipamento que falhou, entre outras ações, sob a crença de que o problema foi resolvido.

Confira o artigo completo na edição de setembro da Revista Proteção.




Veja a bibliografia usada neste artigo.





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Efeito devastador

FOTO: Arquivo Stonehenge

AUTOR: José Possebon

Asfixias e explosões são comuns nestes ambientes que precisam ser rigorosamente controlados

Muitos acidentes graves e fatais têm acontecido em espaços confinados por desconhecimento dos supervisores e dos trabalhadores quanto aos riscos oferecidos por estes ambientes.

Como espaços confinados podemos citar reatores, tanques, vasos e outros equipamentos industriais, com acesso limitado, onde poderá haver contaminação por gases, vapores ou produtos asfixiantes provocada pelo uso inadequado ou condição do ambiente.

Fora dos ambientes fabris, encontram-se alguns espaços confinados em trabalhos de perfuração de poços ou em ambientes fechados como porões e banheiros.

A origem da contaminação pode ser devido a vazamentos, erros operacionais, reação de oxidação das paredes dos vasos, produtos de fermentação de matérias orgânicas etc.

Confira o artigo completo na edição de setembro da Revista Proteção.




Veja a bibliografia usada neste artigo.





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