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Você está em: Edições / Ed. 7/2017
 
Edição 7/2017
MATÉRIA DE CAPA

Geração Smartphone

Reportagem de Raira Cardoso

Crédito capa: Beto Soares | Estúdio Boom

Conectados quase que 24 horas por dia e aproveitando as facilidades das novas tecnologias, é necessário que usuários e empresas avaliem os riscos que elas oferecem para a saúde física e mental dos colaboradores

A fila do banco, da loja, do restaurante. O rádio, a televisão, o computador, a câmera fotográfica e até mesmo a roda de amigos. Consegue imaginar um único substituto para todos estes objetos e situações tão distintas? Os smartphones comercializados atualmente fazem isso e muito mais. De repente, um mundo de possibilidades está a apenas a um click ou aplicativo de distância. Híbridos do celular e do computador, os smartphones englobam algumas das principais tecnologias de comunicação, além de possuírem aplicativos que auxiliam o usuário nas tarefas mais inusitadas, deixando, muitas vezes, a capacidade de realizar e receber chamadas em segundo plano.

Toda essa inovação traz novos desafios. Não é difícil encontrar pedestres ocupados demais com o celular para olhar para a rua enquanto a atravessam ou, até mesmo, motoristas que trocam mensagens ou fazem ligações enquanto dirigem. Um agravante é que essas práticas têm sido trazidas para dentro do ambiente laboral. Ocupando um espaço considerável no dia a dia das pessoas, os smartphones chegaram também ao meio ambiente de trabalho. Mas e a sua contribuição para as atividades desenvolvidas tem sido positiva ou negativa? Será que o seu uso tem afetado a saúde e a segurança dos trabalhadores de alguma forma? O assunto ainda é novo, mas as repercussões já são notáveis, tanto para o bem quanto para o mal.



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Guardiã da NR 12

FOTO: Roberto Misturini

Entrevista à jornalista Martina Wartchow

Auditora fiscal aposenta-se após 33 anos de dedicação à prevenção de acidentes de trabalho com máquinas

Mais do que uma das autoras e líder da revisão e ampliação da NR 12 (Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos), Aida Cristina Becker, 56 anos, foi uma de suas incansáveis guardiãs. Natural de Porto Alegre/RS, ela mudou-se ainda menina com a família para Caxias do Sul/RS, um polo da indústria metalmecânica que, na época, já chamava a atenção pelo alto índice de acidentes ocupacionais e onde seu pai, contador e auditor fiscal, foi o responsável pela instalação e primeiro titular da Subdelegacia do Ministério do Trabalho. O plano era retornar à capital após a instalação, mas a família nunca mais saiu da Serra gaúcha.

Assim como o pai, que atuou fortemente voltado à prevenção de acidentes ocupacionais, Aida passou a se dedicar ao prevencionismo e aliou sua formação como engenheira mecânica (graduou-se em 1983) à auditoria fiscal do Trabalho (fez o concurso e começou a atuar em 1984). A especialização em Engenharia de Segurança foi concluída em 1986. Também em Caxias, conheceu Roberto Misturini, na cadeira de Cálculo I, uma das primeiras específicas da Engenharia na UCS. Com ele se casou e essa parceria estendeu-se ao lado profissional. Também engenheiro mecânico e auditor fiscal, seu marido foi outro participante da construção da NR 12. Recentemente, ambos se aposentaram. Ela inclusive saiu da coordenação da CNTT (Comissão Nacional Tripartite Temática) da norma, mas deixou a continuidade de seu trabalho de mais de 30 anos muito bem encaminhada, nas mãos de colegas que igualmente têm larga experiência e dedicação ao tema.

Como se tornou uma prevencionista voltada principalmente à segurança no trabalho com máquinas e equipamentos e aliando engenharia com auditoria fiscal?
Desde criança, eu gostava muito de montar e desmontar as coisas e saber como funcionavam. No final, sempre sobravam peças (risos). Eu tinha essa curiosidade, então, fiz Engenharia Mecânica. Também houve bastante influência do meu pai, que era auditor fiscal. Eu via que o trabalho dele fazia diferença para a sociedade. Naquela época, eram poucos auditores voltados à segurança, mas meu pai sempre dava atenção para essa área além das demais. Em Caxias, um polo metalmecânico que tinha fábricas de móveis no entorno, era comum encontrar pessoas com as pontas dos dedos das mãos faltando por causa de acidentes em prensas de chaveta, tupias ou em serras sem proteção alguma. E essas pessoas pensavam que aquilo era normal. Quando fiz o concurso para AFT do Ministério do Trabalho e comecei a trabalhar no município, vivi essa realidade mais de perto. E depois começaram a acontecer acidentes piores, com amputação de mão, até punho, especialmente em injetoras. Percebi que o caminho pela frente para mudar essa realidade era longo.



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NR 34 é alterada

Foto: Stéferson Faria/Petrobras

Por
Redação Revista Proteção

Nome inclui `desmonte’, e item sobre radiações ionizantes é atualizado

A Norma Regulamentadora 34 ganhou um novo nome, Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção, Reparação e Desmonte Naval, com a inclusão do último item. Além disso, teve atualizado seu item 34.7, Trabalho com Exposição a Radiações Ionizantes, que estabelece as medidas de segurança dos trabalhadores e do meio ambiente para execução dos serviços envolvendo radiografia e gamagrafia. As mudanças constam na Portaria nº 790 do Ministério do Trabalho, publicada em 13 de junho.

O coordenador da Comissão Nacional Tripartite Temática da NR 34, o auditor fiscal e engenheiro de Segurança do Trabalho Luiz Carlos Lumbreras Rocha, explica os motivos para a mudança no nome, reiterada na alteração do item 34.1.1, que diz: Esta NR estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção à segurança, à saúde e ao meio ambiente de trabalho nas atividades da indústria de construção, reparação e desmonte naval. "Um deles, que deu início aos debates, é que o desmonte naval praticamente não era feito no Brasil e passou a ser. Outro motivo é deixar claro que a atividade está albergada pela NR 34, uma vez que a embarcação também é uma edificação. Da mesma forma, a alteração visa esclarecer que o desmonte naval também está abrigado pela convenção 167 da OIT (Segurança e Saúde na Construção), que se refere tanto à indústria civil como à naval e que tem como um de seus requisitos a preocupação com toda vida útil de uma edificação, desde a concepção, passando pelo projeto, pela construção e pela reparação, até o desmanche", esclarece.



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Saúde comprometida

Foto: Adavilson Rômulo Kronbauer

AUTORA: Maria Betânia Segundo do Bonfim

A exposição dos trabalhadores rurais aos agrotóxicos e seus potenciais riscos é preocupante

A questão dos agrotóxicos, seu uso e seus benefícios, tem sido larga e exaustivamente discutida nos últimos anos. Nesta discussão surgem as mais relevantes polêmicas acerca do tema, principiando pela denominação deste insumo. De um lado, os fabricantes, na sua maioria, grandes conglomerados multinacionais e suas fusões a cada dia mais frequentes, e do outro extremo todos os seres vivos incluindo a sociedade humana nas suas formas de organização social e intelectual.

Os agrotóxicos são definidos pela lei federal 7.802/89 como produtos e componentes de processo físicos, químicos ou biológicos  destinados  ao uso  nos setores  de produção, armazenamento e beneficia­mento de produtos  agrícolas, nas pasta­gens, na proteção das florestas nativas  ou  plantadas e de outros ecossistemas e também em ambientes urbanos, hídricos e industriais, cuja finalidade seja alterar a composição da flora e fauna, a fim de preservá-la  da ação de seres vivos considerados nocivos.




Veja a bibliografia usada neste artigo.





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Contribuição importante

ILUSTRAÇÃO: Beto Soares | Estúdio Boom

AUTOR: Luiz Carlos de Miranda Júnior*

Avaliações semiquantitativa e quantitativa são fundamentais para a gestão

Como já mencionamos em nosso primeiro artigo sobre o tema e por mais estranho que possa parecer, estamos diuturnamente expostos a riscos. Não há existência sem riscos, até mesmo porque o conceito de risco envolve também resultados positivos, ou seja, aqueles que esperamos que aconteçam.

De qualquer forma, no contexto da gestão de riscos relacionada com incidentes e acidentes e devido ao efeito negativo que pode vir a se apresentar, a conotação a ser empregada é a de resultados negativos e, portanto, que devem ser evitados.

Para tanto e voltando a tomar como base a equação de risco expressa pelo quociente do perigo sobre o controle, basta que aumentemos substancialmente os controles associados a um determinado perigo para que tenhamos riscos cada vez menores.

* Quarto artigo da série sobre o tema Gestão de Riscos publicada bimestralmente na revista.





Veja a bibliografia usada neste artigo.




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Expo Proteção
Expo Proteção se aproxima

FOTO: Valdir Lopes

Por
Redação Revista Proteção

Se programe e não perca a maior feira de SST e Emergência do país

Agora falta pouco para o início da maior feira de segurança e emergência do país. Para esse ano são esperados mais de 50 mil visitantes durante a 7ª Expo Proteção - Feira Internacional de Saúde e Segurança no Trabalho, que ocorre de 16 a 18 de agosto no Expo Center Norte, em São Paulo/SP, paralelamente à 10ª Feira de Resgate, Atendimento Pré-Hospitalar, Combate a Incêndios e Emergências Químicas. As solicitações dos crachás já podem ser efetuadas na Loja Virtual Proteção (www.lojavirtualprotecao.com.br/loja/credenciamento). Além de reunir mais de 300 expositores que trarão as últimas novidades em produtos e serviços para as áreas de SST e Emergência, o encontro também é uma oportunidade de aprimoramento e troca de experiências para os prevencionistas, já que oferecerá congressos, seminários, workshops, cursos e palestras técnicas de expositores sobre assuntos atuais e relevantes.

As feiras têm entrada franca e ficarão abertas das 13h às 21h durante os três dias de evento. A Expo Proteção e a Expo Emergência são uma realização da Proteção Publicações e Eventos promovidas pelas revistas Proteção e Emergência com o patrocínio da Metalcasty. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (51) 2131-0400, (11) 4062-5454 e (11) 3129-4580 e pelo email treinamento@protecaoeventos.com.br ou pelo site www.expoprotecao.com.br.



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