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Edição 5/2019
MATÉRIA DE CAPA

Decisão inteligente

Reportagem de Martina Wartchow

Crédito capa: Beto Soares/Estúdio Boom

Na hora da escolha dos programas para atenderem aos eventos de SST do sistema de escrituração digital, empresas precisam estar cientes de suas necessidades para não perderem tempo e dinheiro


De acordo com o cronograma do eSocial (Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas), as primeiras obrigadas ao envio dos eventos de Segurança e Saúde no Trabalho ao Governo Federal são as grandes empresas (faturamento superior a R$ 78 milhões), pertencentes ao Grupo 1, a partir de julho deste ano; e os grupos seguintes, a cada seis meses. Nesse cenário, constata-se uma diferença de timing tecnológico entre as organizações dos mais variados portes e setores quando o assunto é a escolha dos softwares adequados e qualificados para gerarem e transmitirem os dados da referida declaração. Enquanto algumas já estão 100% preparadas, principalmente as maiores, inclusive com sistemas integrados voltados à gestão de SST, outras ainda nem informatizadas estão e não têm noção de qual é o programa que vai atender às suas necessidades para ficarem em dia com as obrigações prevencionistas e evitarem multas.

O mercado disponibiliza, basicamente, dois tipos de softwares para atenderem aos eventos de Segurança e Saúde no Trabalho: aqueles voltados ao RH (Recursos Humanos)/Folha de Pagamento com módulos complementares de SST, que atendem, essencialmente, às necessidades legais do sistema de escrituração digital; e os voltados à gestão de SST e/ou EHS (Environment, Health and Safety) como um todo, com vistas à prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. Cabe ao potencial comprador estar devidamente inteirado e informado sobre quais são as reais necessidades e prioridades de seu negócio para fazer a aquisição certa.

Confira a reportagem completa na edição de maio da Revista Proteção.



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Integração é palavra-chave

FOTO: SRI/Fundacentro

Entrevista à jornalista Raira Cardoso

Nova presidente da Fundacentro tem como principal objetivo  reestabelecer a produção de conhecimento técnico-científico

Natural de Jandaia do Sul, interior do Paraná, a nova presidente da Fundacentro começou sua carreira após se formar em 2005 como Bacharel em Ciências Jurídicas pela Faculdade de Direito de Curitiba, advogando na iniciativa privada. Mudou-se para São Paulo e, em 2012, passou a integrar a Procuradoria-Geral Federal da Advocacia-Geral da União.

Lá, a procuradora federal atuou como coordenadora da Equipe de Trabalho Remoto de Benefícios por Incapacidade da 3ª Região, chefe da Seção de Assessoramento da Procuradoria Regional junto ao INSS e coordenadora do Núcleo de Cobrança e Recuperação de Créditos da 3ª Região, entre outros. Nessa época, já trabalhava com questões relacionadas à insalubridade e à aposentadoria especial e passou a ter contato não só com a Fundacentro, mas com assuntos voltados aos acidentes de trabalho, mais precisamente em relação às ações regressivas acidentárias.

Esteve pela primeira vez na sede da entidade em São Paulo no ano de 2017, quando participou de evento alusivo ao Dia Mundial em Homenagem às Vítimas de Acidentes de Trabalho. Ao retornar, agora como presidente, ela afirma que tem como missão "reestabelecer o objetivo principal" da Fundação, que é a "produção de conhecimento técnico-científico". Durante entrevista à Proteção, a presidente também comenta sobre a reestruturação da Fundacentro e defende a simplificação e a desburocratização das normas relativas à Segurança e Saúde no Trabalho.

Com mais de 50 anos de existência, a história da Fundacentro permeia a história da evolução da SST no país. Ao seu ver, qual a importância da Fundação para o meio prevencionista? E quais os planos para sua gestão?
A Fundacentro foi criada no fim dos anos 60 com um papel extremamente relevante de prestar subsídio técnico-científico para elaboração de normas de prevenção, saúde, segurança e higiene do trabalho. No entanto, o que eu vejo é que, ao longo dos anos, esse papel foi se perdendo. Atualmente não existe uma diretriz central para as unidades descentralizadas, nem um controle de atuação ou trabalho interdisciplinar convergente para alguma questão. O que faz com os trabalhos realizados sejam pontuais e pulverizados. A entidade também passa por uma fase de muitas aposentadorias, sendo que o quadro de inativos já supera o de ativos. Nesse momento em que a Fundação passa a ser vinculada ao Ministério da Economia, um ministério mais técnico, que trabalha de forma mais racionalizada, eu venho com a missão específica de reestruturar a entidade, redesenhá-la, para que ela volte a desempenhar o papel para o qual foi originalmente criada, usando de forma mais eficiente os recursos financeiros e humanos.

Confira a entrevista completa na edição de maio da Revista Proteção.



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Cenários de SST na Indústria da Construção - Parte II

Futuro da construção

Reportagem de Priscilla Nery

FOTO: Breno Esaki

V Encontro Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho da CBIC debate temáticas essenciais na manutenção de ambientes de trabalho modernos e seguros

Maior evento de SST promovido pela CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) em 2019, o V Encontro Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho teve como tema central `O futuro do trabalho na construção: inovação e segurança’. O evento aconteceu em 16 de abril em Brasília/DF, acompanhado do lançamento do livro `Segurança e Saúde na Indústria da Construção - Prevenção e Inovação’. Os quatro capítulos da obra literária deram o tom às discussões do Encontro, fomentadas por seus autores. O evento foi promovido por uma das nove comissões técnicas da CBIC, a CPRT (Comissão de Política de Relações Trabalhistas), sob o comando do advogado e vice-presidente de Relações Trabalhistas da CBIC, Fernando Guedes Ferreira Filho. Além da interface com a SST, a CPRT atua junto a instituições governamentais e sindicatos de empregadores e trabalhadores, visando aumentar a formalização, o nível de escolaridade e a qualificação dos trabalhadores do setor, impulsionar a produtividade e fortalecer o setor da construção no contexto da economia nacional.

"Somente caminhando juntos alcançaremos nossos objetivos, que são comuns, na busca de um ambiente de trabalho propício a garantir o maior valor de nossa sociedade, que é a vida digna a todos os brasileiros". Foi com este espírito de colaboração entre representantes dos empregadores, trabalhadores, Governo e academia que o vice-presidente de Relações Trabalhistas da CBIC, Fernando Guedes Ferreira Filho, deu início ao evento.

Confira a matéria completa na edição de maio da Revista Proteção.





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Técnica diferenciada

FOTO: Cesar Albertoni/Caesar Vertical

AUTORES: Erick Lage, Juliano Ferreira, Luciano Carvalho e Raimundo Sampaio

Segurança, redução de tempo e menor custo proporcionam mais vantagem a esta prática

O acesso por corda é uma técnica da engenharia de acesso, aplicada para serviços que envolvem risco de queda e/ou acesso difícil e que vem sendo utilizada no Brasil há pelo menos 25 anos, não se limitando a um segmento de mercado ou determinado tipo de especialidade. O seu uso, procedimentos e práticas é um item importante a ser discutido, principalmente em face da diversidade dos segmentos e especialidades que o utilizam. As práticas de segurança, normas e legislação, o papel das contratantes, contratadas, organismos de treinamento, certificadores e do próprio profissional de acesso por corda, serão o foco de análise deste artigo.

Trata-se de uma técnica de trabalho em altura bem diferenciada das demais, pois o profissional utiliza cordas como meio de acesso, e desloca-se por elas com auxílio de equipamentos específicos para este método. Como é uma atividade que depende muito da habilidade do profissional que está executando, foi necessário elaborar normas que estabelecessem regras e orientações para os profissionais e empresas que utilizam este método, e uma sistemática para qualificação e certificação do profissional de acesso por corda.

Confira o artigo completo na edição de maio da Revista Proteção.








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Regras de Ouro

FOTO: Cesar Vianna Moreira

AUTORES: Americo da Silva Gomes, Cesar Vianna Moreira, Geraldo Ferreira Franco Júnior e Sérgio Braga de Almeida

Tarefas em Sistema Elétrico de Potência devem seguir recomendações legais

A execução de um serviço de ampliação ou manutenção em redes elétricas num SEP (Sistema Elétrico de Potência) deve ter sempre um responsável. Esta pessoa deve planejar o trabalho em todos os seus aspectos (quantidade de trabalhadores, material a ser empregado, viaturas necessárias, trecho a ser desligado etc.) e proceder a uma APR (Análise Preliminar de Risco), inclusive com visita ao local do serviço, quando necessário, emitindo uma OS (Ordem de Serviço), documento próprio da equipe executante.

Toda e qualquer intervenção no SEP deve ser acompanhada de uma solicitação formal de desligamento emitida pelo responsável do serviço para o setor de operação na qual deverão constar:

- Nome do responsável pelo trecho a ser impedido e dos demais trabalhadores envolvidos na execução;

- Descrição sumária do serviço a ser realizado, trecho do sistema a ser desligado (equipamento, barramento de subestação, trecho entre chaves de faca em redes aéreas de distribuição, por exemplo);

- Data, período de interrupção (horário de início e de término das atividades), clientes importantes envolvidos, além de outras informações julgadas importantes.

Confira o artigo completo na edição de maio da Revista Proteção.





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NEWS EXPO PROTEÇÃO
Oportunidades de atualização

Foto: Daniela Bossle

Congresso Brasileiro de SST trará soluções para a implementação do eSocial

Entre os dias 7 e 9 de agosto, a cidade de São Paulo/SP receberá a 8ª edição da Expo Proteção (Feira Internacional de Saúde e Segurança no Trabalho), que ocorrerá paralelamente à 11ª Expo Emergência (Feira de Resgate, Atendi­mento Pré-Hospitalar, Combate a Incêndio e Emergências Químicas). Maior evento de SST e Emergência do Brasil, trará uma extensa programação de seminários, debates, workshops e cursos técnicos para aprimorar e enriquecer os conhecimentos técnicos dos profissionais que atuam na área prevencionista. Além de oferecer aos visitantes as novidades do mercado, com equipamentos, produtos e serviços voltados ao trabalhador.

Um dos destaques da programação técnica é o Congresso Brasileiro de Saúde e Segurança do Tra­balho 2019. Chegando à sua segunda edição, pela primeira vez dentro de uma feira, o encontro terá como tema central o eSocial e como esta ferramenta impactará no dia a dia das empresas.

Confira a matéria completa na edição de maio da Revista Proteção.



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