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Edição 12/2018
MATÉRIA DE CAPA

Vencedores 2018

Reportagem de Raira Cardoso, Martina Wartchow e Priscilla Nery

Crédito capa: Beto Soares/Estúdio Boom

Empresas com ações diferenciadas em Saúde e Segurança do Trabalho têm suas experiências compartilhadas

O Prêmio Proteção Brasil 2018 chega aos seus 14 anos de existência com o maior número de inscritos desde que foi criado. Nestes anos, boas práticas em Saúde e Segurança desenvolvidas por empresas dos mais variados segmentos têm sido reconhecidas e compartilhadas. O desafio de se criar projetos que consigam melhorar as condições de trabalho e ao mesmo tempo garantir a produtividade e a eficácia dos empreendimentos vem sendo encarado por empresas e profissionais de todas as regiões.

Hoje o Prêmio é a mais importante distinção brasileira concedida às empresas por ações relacionadas à saúde e segurança. Este projeto, contudo, não seria possível sem o trabalho de um júri dedicado e experiente que avalia e seleciona os cases vencedores. Também a MSA do Brasil tem se mantido firme em seu propósito de apoiar e patrocinar a iniciativa homenageando, ainda, os vencedores regionais com o troféu `Capacete Dourado’.

Nesta edição 16 empresas foram agraciadas, algumas em mais de uma das 12 categorias. Você conhecerá agora um pouco mais sobre os cases vencedores e sobre a trajetória que fizeram para chegar a esta conquista.

Confira a reportagem completa na edição de dezembro da Revista Proteção.



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Prêmio Proteção Brasil 2018

Categoria Gerenciamento de Riscos

Riscos críticos na mira

Foto: Divulgação/Alumar

Um dos maiores complexos de produção de alumínio primário e alumina do mundo, o Consórcio de Alumínio do Maranhão - Alumar resolveu intensificar os cuidados dedicados à prevenção de lesões graves e fatalidades, focando no gerenciamento de riscos críticos. A iniciativa não só rendeu a distinção Ouro na categoria Gerenciamento de Riscos do Prêmio Proteção Brasil 2018, como também garantiu o troféu de Melhor Case Nacional e da Região Nordeste para a empresa.

A distinção Prata foi concedida à Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, que desenvolveu o `SESCo (Sistema Einstein de Segurança do Colaborador)’ visando o dano zero.

Em terceiro lugar no ranking dos cases premiados, o Terminal Marítimo Ponta da Madeira, da Vale S/A, reestruturou o `Programa de Prevenção de Fatalidades’.

Confira a reportagem completa na edição de dezembro da Revista Proteção.



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Prêmio Proteção Brasil 2018

Categoria Formação e Comunicação em SST

Segurança todos os dias

Foto: J&J

Ampliar a conscientização dos colaboradores sobre a sua própria segurança e a de todo o meio ao seu redor foi o principal motivo que levou a Johnson & Johnson a expandir o Dia da Segurança (28 de abril) para um mês inteiro de eventos na companhia em todo o mundo. No Brasil, as ações da empresa, atuante nos segmentos farmacêutico, médico-hospitalar e consumidor final, englobaram 95% dos 5 mil funcionários. Além disso, resultaram na conquista do Ouro na categoria Formação e Comunicação em SST do Prêmio Proteção Brasil 2018 com o case `Segurança começa comigo’.

Quem levou a Prata foi o Estaleiro BrasFels, especializado na construção, reparo e conversão de embarcações, com o case `Compartilhando conhecimento’. E o prêmio Bronze ficou com a Mineração Taboca, voltada à mineração e metalurgia de estanho e minerais industriais, com o case `Comunicar, conscientizar e desenvolver, pois, em segurança, cada dia começamos do zero’.

Confira a reportagem completa na edição de dezembro da Revista Proteção.



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Prêmio Proteção Brasil 2018

Categoria Atuação da CIPA

Inovação e envolvimento

Foto: Prefeitura de Paraty

Pensar além das exigências da NR 5 é um ponto em comum entre os vencedores na categoria Atuação da CIPA do Prêmio Proteção 2018. Em contextos extremamente distintos, as organizações mostraram, de forma criativa, que qualquer empresa ou instituição pública pode mudar a realidade dos ambientes de trabalho se investir na Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

Os ganhos de uma CIPA autônoma vão muito além de uma ajuda, também importante, para os profissionais do SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho). Eles se estendem até os trabalhadores, resultando na prevenção e mitigação de riscos.

A seguir, conheça duas iniciativas fluminenses simples, mas inovadoras. A primeira levou conscientização entre os servidores da Prefeitura Municipal de Paraty/RJ conquistando a distinção Ouro na categoria Atuação da CIPA e também foi considerado o Melhor Case da Região Sudeste. A segunda tem contribuído para a marca de zero acidentes na fábrica da Nissan do Brasil de Resende/RJ e garantiu a Prata na mesma categoria.

Confira a reportagem completa na edição de dezembro da Revista Proteção.



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Prêmio Proteção Brasil 2018

Categoria Ergonomia

Foco na saúde de quem cuida

Foto: Divulgação/SBIBAE

Empregando cerca de 13 mil funcionários, além dos médicos do corpo clínico aberto e prestadores de serviço, a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein não prioriza apenas a saúde de seus pacientes. Ao implantar um sistema de gestão voltado exclusivamente aos riscos ergonômicos das diversas atividades desenvolvidas no ambiente hospitalar, a instituição proporcionou um local mais seguro e saudável, promovendo a queda do número de acidentes e a redução da taxa de absenteísmo. Seu esforço foi reconhecido pelo Prêmio Proteção Brasil 2018, em que recebeu a distinção Ouro na categoria Ergonomia com o case `Gestão da Ergonomia em Instituição de Saúde’.

Conquistando o prêmio Prata na mesma categoria, a Jaguar Land Rover desenvolveu o programa `Destination Zero em Ergonomia’, garantindo postos ergonomicamente adequados desde a concepção da fábrica no Brasil.

Confira a reportagem completa na edição de dezembro da Revista Proteção.



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Prêmio Proteção Brasil 2018

Categoria Espaço Confinado

Menos exposição

Foto: William França

Os cases contemplados pelo Prêmio Proteção 2018 na categoria Espaço Confinado conseguiram reduzir ou evitar a necessidade de trabalho nestes locais. Essa vitória só foi possível a partir de estudos destes ambientes, equipes motivadas e muita criatividade.

A seguir, você confere os desafios e resultados de duas iniciativas desenvolvidas em companhias que atuam na área de mineração. Ambas estão localizadas em cidades do interior de Minas Gerais e do Pará, mostrando o potencial dos profissionais de SST na promoção de melhores condições de trabalho, mesmo em locais remotos.

A Anglo American Minério de Ferro Brasil de Conceição do Mato Dentro/MG conquistou o Ouro na categoria enquanto a Vale S.A. de Parauapebas/PA levou a distinção Prata e foi também o Melhor Case da Região Norte.

Confira a reportagem completa na edição de dezembro da Revista Proteção.



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Prêmio Proteção Brasil 2018

Categoria Qualidade de Vida no Trabalho

Não ao álcool e outras drogas

Foto: Kheron Soares

Conscientizar e educar os empregados no sentido da prevenção do uso indevido e da posse de álcool e outras drogas de forma a desenvolver dentro da organização o conceito de corresponsabilidade com a Saúde e a Segurança no Trabalho. Esses foram os principais objetivos traçados e alcançados pelo `Mina Viva - Programa de Prevenção do Uso Indevido de Álcool e Outras Drogas’, implementado na unidade Mina de Serra Azul da ArcelorMittal Mineração Brasil. Tais ações resultaram na conquista do troféu Ouro na categoria Qualidade de Vida no Trabalho do Prêmio Proteção Brasil 2018.

O segundo lugar ficou com a Itaguaí Construções Navais e o `Programa Mergulhando na Saúde’. A iniciativa tem como metas criar hábitos saudáveis entre os empregados por meio de alimentação balanceada e incentivo à prática de atividade física diária.

Confira a reportagem completa na edição de dezembro da Revista Proteção.



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Prêmio Proteção Brasil 2018

Categoria Segurança com eletricidade

De olho no planejamento

Foto: Divulgação/SBIBAE

Atividades que envolvem o uso de eletricidade, sejam com alta ou baixa tensão, representam riscos importantes em empresas de segmentos variados. Choques elétricos e queimaduras estão entre as principais ocorrências que ameaçam a integridade e a vida de trabalhadores que não contam com medidas eficazes de segurança e saúde no seu dia a dia.

Alcançando a marca de zero acidentes com eletricidade, os cases premiados nesta categoria focaram em um planejamento detalhado, com metas que precisaram de alguns anos para serem concluídas.

Confira um pouco sobre a metodologia e os resultados conquistados a partir da adoção de medidas de controle em serviços elétricos em empresas de diferentes segmentos. A Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, de São Paulo/SP conquistou o prêmio Ouro e a Jaguar Land Rover Brasil, de Itatiaia/RJ ficou com a Prata na categoria.

Confira a reportagem completa na edição de dezembro da Revista Proteção.



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Prêmio Proteção Brasil 2018

Categoria Segurança de Máquinas e Equipamentos

Aposta na tecnologia

Foto: Marcos André Schipmann

Necessárias para a produção dos mais diversos itens, máquinas e equipamentos são instrumentos de trabalho de muitos brasileiros. Mas, quando não seguem exigências legais de segurança como as que estão na Norma Regulamentadora 12, podem causar acidentes graves, como amputações e até a morte.

A adaptação e a modernização dos maquinários presentes nas indústrias do País são grandes desafios para a mitigação desses riscos. Apesar das dificuldades como alto investimento e estudos específicos para readequação de maquinários e processos, companhias têm criado soluções inovadoras neste cenário.

É o caso das vencedoras do Prêmio Proteção deste ano na categoria Segurança de Máquinas e Equipamentos, que deram uma verdadeira aula no uso de novas - e antigas - tecnologias em prol da prevenção. Unindo o conhecimento de fabricantes, lideranças e dos trabalhadores que lidam com equipamentos, essas companhias alcançaram zero acidentes graves com maquinários. É o caso da Schneider Electric Brasil, de Blumenau/SC que conquistou o Ouro nesta categoria e Melhor Case da Região Sul, e da Aços Favorit Distribuidora, de Cachoeirinha/RS.

Confira a reportagem completa na edição de dezembro da Revista Proteção.



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Prêmio Proteção Brasil 2018

Categoria Ações de SST junto à Comunidade

Transportando respeito

Foto: Divulgação/Eldorado Brasil/Arte Beto Soares

Uma empresa brasileira com atuação global, a Eldorado Brasil, produz atualmente 1,7 milhão de toneladas de celulose por ano. Responsável pelo transporte de madeiras provenientes de seus parceiros locais para a produção do produto final, o grupo se preocupou em desenvolver um projeto voltado à segurança e saúde dos responsáveis por esse trabalho. A iniciativa criada em conjunto com a comunidade que permeia o tráfego desses caminhões também buscou conscientizar pessoas de todas as faixas etárias sobre a segurança de pedestres e motoristas.

A boa prática intitulada `Segurança no Trânsito - Transportando Respeito’ já contou com a participação de mais de sete mil pessoas entre funcionários próprios, terceiros e membros da comunidade. Também rendeu a distinção Ouro do Prêmio Proteção Brasil 2018 na categoria Ações de SST Junto à Comunidade e foi reconhecida como Melhor Case da Região Centro-Oeste.

Confira a reportagem completa na edição de dezembro da Revista Proteção.



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Prêmio Proteção Brasil 2018

Categoria Gestão de Terceirizados em SST

Gestão robusta

Foto: Arquivo Hyundai

Com o aumento na contratação de prestadores de serviço, crescem também os desafios para reduzir acidentes e doenças ocupacionais entre trabalhadores terceirizados. Nesse sentido, práticas de integração e incentivo às ações de SST são fundamentais.

Foi a partir desta estratégia que a Hyundai Motor Brasil em sua planta em Piracicaba/SP, conquistou a distinção Ouro nesta categoria em 2018. O case `Gestão de Subcontratados: Juntos, Nós Fazemos a Diferença’ mostra o potencial de uma gestão bem delineada, na qual a empresa contratante auxilia as contratadas na melhoria das condições de trabalho.

Ações de capacitação em NRs diversas e reuniões para a troca de experiências entre as equipes da montadora e prestadoras de serviço estão entre as medidas adotadas que vêm surtindo bons resultados na redução de acidentes de trabalho envolvendo terceiros.

Confira a reportagem completa na edição de dezembro da Revista Proteção.



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Prêmio Proteção Brasil 2018

Categoria Higiene Ocupacional

Calor sob controle

Foto: Cris Oliveira

Zero ocorrência de doenças provenientes do calor ocupacional e zero absenteísmo por causa de problemas envolvendo tal agente de risco são alguns resultados importantes do programa `Calor sob Controle’ da Nissan do Brasil. Após a implantação de medidas de redução de temperatura em sua planta localizada em Resende/RJ, a indústria de veículos também teve sua produtividade aumentada de 28 para 32 JPH (job per hour). As ações, adotadas a partir de 2015, um ano após a inauguração da fábrica própria, ainda contribuíram para que, em 2016, a unidade obtivesse o melhor resultado em segurança entre todas as Nissan das Américas, se aproximando de ser o melhor resultado também entre as plantas da Europa e do Japão. Outra conquista celebrada foi o troféu Ouro na categoria Higiene Ocupacional do Prêmio Proteção Brasil 2018.

Confira a reportagem completa na edição de dezembro da Revista Proteção.



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Prêmio Proteção Brasil 2018

Categoria Trabalho em Altura

Rompendo barreiras

Foto: Equipe EHS Hyandai

A grande quantidade de acidentes e mortes causadas por quedas levou o Ministério do Trabalho a criar uma Norma Regulamentadora específica para o Trabalho em Altura: a NR 35. Com um conceito inovador, a legislação tem inspirado progressos e redução de acidentes, salientando que as atividades acima de dois metros do nível inferior só devem ser realizadas quando não houver uma alternativa mais segura.

O case premiado com a distinção Ouro em 2018, `Altura sem Fronteiras’, da Hyundai Motor Brasil, de Piracicaba/SP focou esta recomendação, eliminando a necessidade de trabalho em altura em diversas situações e compartilhando conhecimento com entidades parceiras. Quando as atividades em altura não puderam ser evitadas, houve investimento em medidas de proteção coletiva e individual, reforço na manutenção e treinamento dos colaboradores, resultando em zero quedas após a adoção das boas práticas.

Confira a reportagem completa na edição de dezembro da Revista Proteção.



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Em busca da medida certa

FOTO: Wiliam Dias

Entrevista à jornalista Raira Cardoso

Especialista afirma que recursos de SST ainda são pouco ou mal utilizados no dia a dia das empresas

Formado em Engenharia Elétrica pela Escola de Engenharia Mauá em 1983, Irlon de Ângelo da Cunha, natural de São Paulo/SP, iniciou sua carreira trabalhando na área de instalações elétricas. Durante esse período, instigado por amigos que já atuavam com prevenção, se matriculou no curso de Engenharia de Segurança do Trabalho oferecido pela Fundacentro, participando da última turma coordenada pela instituição. Logo no início, se identificou com a proposta da Fundação e com seus profissionais, definindo como objetivo se tornar parte daquele time.

Após trabalhar como engenheiro de segurança em indústrias de grande porte nos setores metalúrgico e gráfico, quando ganhou experiência, voltou para a Fundacentro em 1987, como membro oficial da Divisão de Higiene do Trabalho, onde acabou criando raízes e desenvolvendo sua carreira na Segurança e Saúde do Trabalho. Se especializando em HO, ele dedicou seu mestrado e doutorado ao estudo dos níveis de vibração e ruído aos quais os operadores de motosserras são expostos e à exposição à vibração em mãos e braços em marmorarias. Higienista Ocupacional certificado pela ABHO (Associação Brasileira de Higienistas Ocupacionais), ele também participou da elaboração de diversas NHOs (Normas de Higiene Ocupacional) da Fundacentro.

Atualmente, também está envolvido em grupos de trabalho para revisão de normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho e em atividades e grupos de pesquisa na área de agentes físicos.

No ano passado o senhor completou 30 anos de atuação na Fundacentro. Que balanço faria do trabalho que desenvolveu na Fundação?
As atividades desenvolvidas na Fundacentro têm permitido resultados bastante positivos e gratificantes, sobretudo pelo impacto que esse trabalho proporciona junto aos profissionais de SST, trabalhadores, empresas e na comunidade de um modo geral. Ao longo desse tempo foram desenvolvidas muitas atividades e projetos de pesquisa. Entres os resultados obtidos podem ser citados as normas e artigos técnicos publicados, guias e materiais instrucionais, pareceres, palestras, atendimento às consultas técnicas, trabalhos em campo e parcerias com universidades e instituições diversas para o desenvolvimento de estudos, suporte as ações de fiscalização, revisão da legislação, ações de orientação e capacitação de profissionais da área de SST em cursos específicos na Fundacentro e junto a entidades de classe. Em relação às ações de capacitação, é interessante observar que, como os técnicos da Fundacentro estão alocados na carreira de Ciência e Tecnologia, existe também a atuação como docente em cursos de pós-graduação lato e stricto sensu na Fundacentro e junto a universidades públicas e privadas.

Confira a entrevista completa na edição de dezembro da Revista Proteção.



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