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Edição 12/2010

MATÉRIA DE CAPA: MÁQUINA SEGURA
Reportagem de Cristiane Reimberg / Colaboração de Juliano Rangel
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Fruto de processo tripartite, a atualização da NR 12 traz proteção específica para diferentes áreas e tem como alicerce experiências de trabalhadores e empregadores 

A nova NR 12 promete revolucionar a proteção dos trabalhadores em relação às máquinas. Uma primeira olhada sobre o conteúdo já chama atenção pelo tamanho. Enquanto a versão anterior contava com um texto base de seis itens principais e mais dois anexos, um para motoserras e outro para cilindros de massa, a nova tem texto base com 19 itens principais, três apêndices, sete anexos e um glossário. São 14.500 caracteres, um total de cinco páginas, contra mais de 230 mil letras, o que proporcionalmente dará cerca de 80 páginas para a nova norma. Dessa forma, traz explicações bem mais detalhadas sobre instalações e dispositivos de segurança.

"Agora é outro mundo, com explicação muito mais clara sobre o que é necessário. Uma evolução drástica do texto em si e com a criação de um grupo de trabalho permanente que vai discutir melhorias. A situação que tínhamos antes era de uma norma valendo de 1978 até 2010. A tecnologia avançou, e a norma trazia algo de 32 anos atrás. Se atualizou o texto e se coloca a oportunidade de uma atualização contínua", avalia o engenheiro de segurança João Baptista Beck Pinto, que coordena um GT de Saúde, Segurança do Trabalho e Meio Ambiente da ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), no Rio Grande do Sul.



Confira a reportagem
na íntegra na Edição 228 da Revista Proteção.

 

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http://www.protecao.com.br/upload/protecao_edicao/228_entrevista.jpgENTREVISTA: JOSÉ MANUEL GANA SOTO
Entrevista à jornalista Cristiane Reimberg
Foto: Cristiane Reimberg

Presidente da ABHO defende reformulação da NR 15 e participação de higienistas na discussão

Quando o chileno José Manuel Gana Soto escolheu o Brasil para passar suas férias em 1974, não imaginava que ficaria por tanto tempo no País. "Faz 35 anos que estou aqui". Formado em química e com mestrado em Higiene Ocupacional no Chile, no Brasil se formou em Engenharia Química. No início, trabalhou em uma indústria de tintas; dois anos depois estava na Fundacentro. Na instituição, gerenciou a Divisão de Higiene Ocupacional. Participou de momentos históricos como a discussão da NR 15 e a criação da ABHO (Associação Brasileira de Higienistas Ocupacionais), da qual é presidente atualmente. O higienista também atuou no corporativo de uma multinacional da área química, a Rhodia, e depois passou a atuar como consultor em sua própria empresa. A experiência em diferentes lados dá a Gana Soto muita propriedade para falar da prática da Higiene Ocupacional no Brasil, analisando o passado e apontando perspectivas para o futuro. Com a ABHO, vem defendendo a reformulação da NR 15. A norma chega a ter limites de tolerância 100 vezes maiores do que os preconizados atualmente pela ACGIH (American Conference of Governmental Industrial Hygienists) através dos TLVs (Limites de Exposição Ocupacional). Na entrevista, Gana Soto também fala da atuação do higienista atualmente, demandas das empresas e práticas profissionais.

PROTEÇÃO - O que faz o higienista ocupacional e onde pode atuar?
GANA SOTO -
Temos que iniciar falando da formação do higienista. Para nós, o higienista ocupacional é um profissional da área de ciências exatas ou biomédicas que tem formação em Higiene Ocupacional, reunindo tanto experiência quanto participação em uma série de cursos nessa área. O profissional deve ter curso universitário completo, como engenheiros de todas as especialidades, físicos, químicos, biólogos, médicos e enfermeiros. Um segundo requisito é o curso de especialização, por exemplo, em Engenharia de Segurança do Trabalho, mas observamos que esses cursos não dão a formação completa que um higienista necessita. Eles também precisam procurar outros cursos para atuar plenamente na área. Ao mesmo tempo, defendemos a formação de um técnico higienista, que é um profissional com curso técnico de nível médico que auxilia o higienista "sênior". A ABHO trabalha em cima da certificação destes dois tipos de profissionais, superior e técnico. Quanto à atuação, ocorre nas mais diversas áreas. Temos o caso especial da Petrobras, que já formou mais de 200 profissionais de seu quadro, através de curso de especialização da USP. Essa é uma tendência do mercado. Resumidamente, o higienista ocupacional é aquele que atua na prevenção de doenças ocupacionais, estudando o ambiente de trabalho, as diversas fontes de energia, os agentes químicos e físicos que potencialmente podem ser prejudiciais para a saúde dos trabalhadores. No Brasil, temos higienistas atuando desde a pesquisa, como os profissionais da Fundacentro, até em empresas, fazendo a prevenção técnica dos mais diversos processos industriais.


Confira a entrevista
na íntegra na Edição 228 da Revista Proteção.

 

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http://www.protecao.com.br/upload/protecao_edicao/228_artigo_mineracao.jpgARTIGO MINERAÇÃO: LIDANDO COM O ERRO
Autores: Alessandra Isabella Sampaio Martins, Sérgio Médici de Eston, Reginaldo Pedreira Lapa e Wilson Siguemasa Iramina
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Comportamentos indesejados devem ser analisados corretamente para que sejam eliminados

O processo de gerenciamento de risco é multidisciplinar e uma das abordagens se refere ao comportamento humano e seus diferentes tipos de erros.

Os erros humanos não podem ser estudados isoladamente das condições onde eles ocorrem. Se as características da tarefa e do ambiente forem organizadas de modo que as pessoas possam detectar e corrigir imediatamente os seus comportamentos inadequados, a frequência dos erros tende a diminuir. Cada decisão, gesto ou pensamento implica na possibilidade de erros e é preciso aceitar que eles podem ocorrer.

O erro humano é tratado frequentemente como uma coleção uniforme de atos indesejados (popularmente chamados "atos inseguros"), normalmente considerados apenas nos níveis operacionais e de execução de tarefas. No entanto, erros de naturezas diversas ocorrem em diferentes níveis da organização e requerem diferentes medidas preventivas e corretivas. Entender essas diferenças é fundamental para um gerenciamento correto e direcionado de suas causas.

Quando se pretende gerenciar erros, é preciso antes considerar suas características. Erros não são intrinsecamente prejudiciais, pois podem contribuir para o desenvolvimento das tarefas e para a melhoria contínua dos sistemas organizacionais. Além disso, não é possível mudar as condições humanas, portanto deve-se mudar as condições de trabalho nas quais as condições humanas estão inseridas.


Confira o artigo
na íntegra na Edição 228 da Revista Proteção.

 

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http://www.protecao.com.br/upload/protecao_edicao/228_artigo_ergonomia.jpgARTIGO ERGONOMIA: POSTURAS CRÍTICAS
Autores: Janine Ferreira Goedtel e Jacinta Sidegum Renner
Foto: Revista do Couro

Queixas osteomusculares em curtume têm relação com movimentos adotados pelos operadores

O trabalho ocupa importante espaço na vida das pessoas, pois uma grande parte dela é passada dentro das organizações. Além de ser fonte de sustento, ele faz as pessoas se sentirem úteis, produtivas e valorizadas, porém quando ele é realizado em condições impróprias pode provocar prejuízos à saúde. Desta forma, a saúde é uma das condições fundamentais para a qualidade de vida e um fator importante na otimização do trabalho, em uma época de alta competitividade em que saúde e excelência são fundamentais. A qualidade de vida está diretamente ligada à qualidade de vida no trabalho, por ser no ambiente laboral que as pessoas passam grande parte do seu tempo.

Em relação à saúde do trabalhador, um aspecto importante a ser considerado é a postura que ele adota para realizar as suas atividades. Durante uma jornada de trabalho o operador pode assumir centenas de posturas diferentes e, em cada uma delas, um conjunto diferente de músculos é acionado. A postura pode ser considerada como suporte importante dos movimentos executados, contribuindo para a força e precisão dos gestos e dos esforços físicos; suporte para tomadas de informação visual e, ainda tem a função essencial de manter o equilíbrio. Ela é influenciada pela relação entre as características antropométricas do operador e as características físicas dos postos de trabalho.


Confira o artigo
na íntegra na Edição 228 da Revista Proteção.

 

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http://www.protecao.com.br/upload/protecao_edicao/228_artigo_saude.jpgARTIGO SAÚDE: INFLUÊNCIA NEGATIVA
Autores: Gustavo Mello Fortunato e Stéfano Augusto de Paulo
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Distúrbios do sono prejudicam qualidade de vida dos colaboradores

A SAHOS (Síndrome da Apneia e Hipopneia Obstrutiva do Sono) acomete milhões de pessoas ao redor do mundo, apresentando grande incidência em indivíduos que trabalham como motoristas profissionais.

As consequências podem trazer prejuízos internos e externos para a organização de transporte como questões ligadas aos colaboradores e terceiros envolvidos em acidente de trânsito; prejuízos financeiros para manutenção dos veículos, aquisição de novos, seguro; perda ou atraso no recebimento do material transportado; prejuízo à imagem e confiabilidade da organização, uma vez que as medidas cabíveis deveriam ter sido tomadas a fim de evitar o problema.

De acordo com dados divulgados pela National Sleep Foundation, os distúrbios do sono acometem, de forma geral, cerca de 63 milhões de adultos em um nível prejudicial à saúde, com 6% em níveis severos de sonolência, o que representa um grande impacto econômico e social.


Confira a bibliografia usada neste artigo.



Confira o artigo
na íntegra na Edição 228 da Revista Proteção.

 

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http://www.protecao.com.br/upload/protecao_edicao/228_artigo_gestao_riscos.jpgARTIGO GESTÃO DE RISCOS: VISÃO AMPLIADA
Autor: Amauri Cesar de Oliveira
Foto: Divulgação Copesul

Análises de desvios identificam as causas que provocam os acidentes

As análises de desvios ou de ocorrências nos ambientes de trabalho (incidentes, acidentes, doenças, impactos ambientais e produtos não conformes) são realizadas com o propósito de identificação de "todas" as causas imediatas e básicas que, de alguma forma, provocaram ou contribuíram para que a ocorrência fosse consumada.

Esse propósito está alinhado a uma visão positiva do desenvolvimento técnico/profissional que deve ser adotada, com a finalidade de identificar o maior número de ações corretivas no controle de riscos.

Ao realizarmos uma análise de ocorrência, temos o entendimento de que ela eliminará todas as causas básicas, quando, na realidade, pode não eliminar, visto a repetição de acidentes ou desvios que comprovam que a análise não foi bem feita.

Quando compreendemos que apesar de todo o desenvolvimento técnico do ser humano, sempre existirão dificuldades e limitações nas técnicas de análises utilizadas, a interpretação dos resultados finais deixa-nos uma impressão mais conservadora e faz com que tenhamos mais atenção e cuidado com esses desvios.


Confira o artigo
na íntegra na Edição 228 da Revista Proteção.

 

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http://www.protecao.com.br/upload/protecao_edicao/228_artigo_explosoes_bueiros.jpgARTIGO PREVENÇÃO: EXPLOSÕES EM BUEIROS
Autor: Estellito Rangel Jr.
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Soluções de engenharia podem prever futuras ocorrências e evitá-las

Diversas ocorrências de explosões em bueiros, como são popularmente conhecidas as CTs (Câmaras Transformadoras), têm sido registradas com frequência no Rio de Janeiro.

A mais recente delas ocorreu no dia 8 de outubro deste ano na Rua Hilário de Gouveia, em Copacabana, e provocou a evacuação do prédio onde funciona a Secretaria de Transportes, a Central do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e a Igreja Nossa Senhora de Copacabana, além de interditar o trânsito.

Felizmente sem feridos desta vez, o fato já é tão frequente que andar nas ruas da cidade passou a ser comparado a uma "roleta russa", em que a qualquer momento alguém pode sofrer sérias consequências como os dois turistas americanos, Sarah Lowry e James McLaughlin, que tiveram respectivamente 80% e 35% do corpo queimado no dia 29 de junho deste ano, quando atravessavam na faixa de pedestres da Rua República do Peru, também em Copacabana.


Confira a bibliografia usada neste artigo.




Confira o artigo
na íntegra na Edição 228 da Revista Proteção.

 

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