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Edição 10/2018
MATÉRIA DE CAPA
Mal nem tão silencioso

Reportagem de Martina Wartchow

Crédito capa: Beto Soares/Estúdio Boom

Combate a agentes estressores ocupacionais que afetam saúde mental passa pela reavaliação da organização e da gestão do trabalho e de respaldo legal

O relatório "Depressão e outros distúrbios mentais comuns: estimativas globais de saúde", lançado em 2017 pela OMS (Organização Mundial da Saúde), aponta que tais males atingem mais de 320 milhões de pessoas em todo o mundo e ultrapassam 30 milhões no Brasil. Além de afetar o bem-estar e a saúde física e mental da população em geral, figuram entre os principais responsáveis pelo afastamento do trabalho, reduzindo a qualidade de vida dos trabalhadores e a produtividade das empresas e atingindo de 3% a 4% do PIB (Produto Interno Bruto) dos países, segundo dados da EU-OSHA (Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho). Nesse cenário, a OIT (Organização Internacional do Trabalho), em seu relatório "Estresse no trabalho: um desafio coletivo", publicado em 2016, chama a atenção para os inúmeros riscos psicossociais aos quais o ser humano está exposto em seu ambiente laboral em função das exigências de um mercado cada vez mais competitivo e que impõe resultados a curto prazo e o fazer mais com menos. O problema é global e afeta todas as profissões.

O combate a esses agentes estressores que podem levar a adoecimentos, não só mentais, mas, também, psicossomáticos e, consequentemente, ao absenteísmo ou presenteísmo, a acidentes ocupacionais e até ao suicídio, portanto, está entre os grandes desafios da atualidade, seja para governos, profissionais prevencionistas e de saúde em geral, pesquisadores, empregadores, trabalhadores e sociedade como um todo. Na opinião de quem estuda o assunto e atua na área, a prevenção passa pela reavaliação dos modelos de organização e gestão do trabalho e também pelo respaldo legal.

Confira a reportagem completa na edição de outubro da Revista Proteção.



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Repensando a normatização

FOTO: Arquivo Pessoal

Entrevista à jornalista Daniela Bossle

Processo tripartite e capacitação das NRs devem sofrer ajustes para serem mais eficientes

Engenheiro civil com especialização em Engenharia de Petróleo e em Segurança do Trabalho, Elton Machado Barbosa Costa, 52 anos, é o atual coordenador geral de Normatização e Programas do DSST/SIT. Antes de entrar no Ministério do Trabalho, entre 1990 e 1998, trabalhou em plataformas marítimas de petróleo na Bahia, Sergipe e na Bacia de Campos no Rio de Janeiro. Em Sergipe, onde permaneceu por mais tempo, foi chefe de operações junto às 24 plataformas do estado. Em Macaé no RJ ficou responsável pela Plataforma de Garoupa, a mais antiga da Bacia, e embora trabalhasse em atividade em que se tem que ter obsessão por segurança, sua função não era relacionada a ela e sim à produção de petróleo.

Em 1998 Elton ingressou no Ministério do Trabalho como auditor fiscal passando seus primeiros 10 anos no Amazonas, Rio de Janeiro e depois em Alagoas, seu estado natal, onde foi chefe do Núcleo de Segurança e também de Inspeção do Trabalho coordenando vários projetos de fiscalização ligados à SST. No início de 2017 ele assumiu a gestão da CGNOR, setor do DSST (Departamento de Saúde e Segurança do Trabalho). "Tive uma experiência anterior em normatização, quando fui convidado em 2012 para participar de um Grupo de Trabalho para elaboração da nova norma sobre plataformas de petróleo. Um trabalho que começamos há seis anos e esperamos finalizar até o final do ano", conta.

Em entrevista à Proteção, Elton fala sobre os méritos do tripartismo no processo de elaboração e revisão das NRs, mas também sobre dificuldades como a morosidade e a estagnação em alguns grupos de trabalho, o desafio de se revisar a NR 15, a necessidade de se rever o modelo  atual de elaboração das NRs e os treinamentos obrigatórios. Apesar do momento conturbado, tem esperança em aprovar ainda neste ano a NR de Plataformas e a nova NR 24.

Como o senhor avalia o modo como as NRs são elaboradas e revisadas?
Nossa maneira de revisar e elaborar as NRs é suigeneris. Somos signatários da Convenção 144 da OIT que fala sobre as consultas tripartites àquelas entidades mais representativas de empregadores e trabalhadores.  No Brasil aprofundamos e trouxemos as principais instituições que são as seis maiores centrais sindicais e as seis maiores confederações empresariais para dentro do processo de elaboração das normas. Eles não são apenas consultados, eles participam do processo de elaboração com debates acalorados. Os interesses são divergentes e isto é natural. Pode ser um pouco mais lento, mais trabalhoso, estressante, mas em tese garantimos uma atualização ou uma norma nova com muito mais respaldo.  Tem muito mais legitimidade porque foi elaborada de forma tripartite pelos atores que vão trabalhar com ela pronta lá na frente. Infelizmente temos normas aprovadas de forma tripartite, consensual, mas que estão recebendo ataques de outras esferas como é o caso da NR 12 que tem dois projetos de decretos legislativos - um na Câmara Federal e outro no Senado - tendentes a revogá-la. A coisa já esteve pior. Estamos fazendo um trabalho sério de conscientização com parlamentares envolvidos e parece que o ambiente está mais calmo, inclusive para negociação. Isto se espraia também para outras comissões e não somente para a NR 12.

Confira a entrevista completa na edição de outubro da Revista Proteção.



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Visão multidisciplinar

FOTO: Priscilla Nery

Congresso reúne profissionais e especialistas que debatem sobre perspectivas da SST no país

Em uma época de mudanças cruciais no mundo do trabalho, o 1º Congresso Brasileiro de Saúde e Segurança no Trabalho, realizado de 1º a 3 de agosto, discutiu questões imprescindíveis aos profissionais envolvidos com a área. O local escolhido para sediar o evento foi o Centro de Convenções do Senac Santo Amaro, em São Paulo. O formato multidisciplinar foi sua principal característica reunindo, além das pessoas que trabalham na área prevencionista, outros profissionais que possuem interface com o tema como advogados, psicólogos, fisioterapeutas, gestores, peritos, ergonomistas etc.

O encontro que teve como pontos altos os debates sobre os impactos da reforma trabalhista e do eSocial para a SST foi permeado pela apresentação dos cases vencedores do Prêmio Proteção Brasil 2018 e por palestras abordando temas importantes e ligados ao cotidiano de trabalho. A cerimônia de premiação dos cases foi realizada no último dia. Na noite anterior foi realizada a entrega do Prêmio Top of Mind de Proteção que aponta por meio de pesquisa as marcas mais lembradas em produtos e serviços que ocupam a preferência no dia a dia dos prevencionistas. Leia mais sobre o Top em Reconhecimento de peso, a partir da página 68.

Confira o artigo completo na edição de outubro da Revista Proteção.



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Boas práticas em destaque

FOTO: Valdir Lopes

Em noite de festa, empresas compartilham cases de sucesso em SST e são premiadas

Em sua 14ª edição, o Prêmio Proteção Brasil reuniu profissionais e personalidades do setor prevencionista para celebrar as melhores práticas promovidas por empresas de todo o país. Este ano, a cerimônia de premiação foi realizada na noite de 3 de agosto, como parte da programação do Congresso de SST 2018, no Centro de Convenções do Senac Santo Amaro, em São Paulo/SP. Na ocasião, 22 trabalhos foram homenageados, alguns em mais de uma categoria, e o público conheceu os vencedores nas categorias Regional e Nacional.

"Como é bom compartilhar boas práticas! Me sinto muito honrado de ter a oportunidade de ser contemplado, isso mostra a robustez do nosso processo de segurança dentro da Alcoa. Também é maravilhoso estar aqui com profissionais da área, de várias empresas, podendo aprender com eles. Vejo o Prêmio Proteção como uma via de mão dupla: compartilhamos, mas também levamos muito aprendizado na mala, para poder sempre trabalhar na prevenção, garantindo a saúde e a segurança de nossos colaboradores", celebrou o engenheiro químico e de segurança Elias José Miranda, supervisor de EHS da Alcoa/Alumar em São Luís/MA.

Confira o artigo completo na edição de outubro da Revista Proteção.



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Reconhecimento de peso

FOTO: Valdir Lopes

Marcas de SST mais lembradas em qualidade de equipamentos e serviços são homenageadas

Em 2 de agosto, primeiro dia do Congresso Brasileiro de Saúde e Segurança no Trabalho, foi realizada, à noite, no Centro de Convenções do Senac Santo Amaro em São Paulo/SP, a cerimônia de entrega do Prêmio Top of Mind de Proteção 2018 com a presença de profissionais da área, empresários atuantes no mercado de SST e autoridades ligadas a entidades prevencionistas como ABPA, Abresst, ABSpk, Animaseg, Abraseg, Fundacentro, Sintesp e CNTC.

O ranking das 10 marcas mais citadas é realizado a partir da pergunta: "Quando você pensa em equipamentos de proteção, quais as cinco primeiras marcas que lhe vêm à cabeça"? A 3M do Brasil novamente segue no topo do ranking repetindo o resultado de anos anteriores seguida por: Marluvas (segundo), MSA (terceiro), Bracol (quarto), Fujiwara (quinto), Hércules (sexto), Danny (sétimo), Luvex (oitavo), Ansell (nono) e Balaska (décimo). Na foto o Top 10 da Proteção.

Confira o artigo completo na edição de outubro da Revista Proteção.



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Energias perigosas

FOTO: Shutterstock

AUTOR: Mauricio Barile

Bloqueio e sinalização em atividades de manutenção são essenciais à proteção dos trabalhadores

Há diversas formas de energia: elétrica, hidráulica, pneumática, cinética, gravidade, química, térmica, etc. Ela pode ser perigosa em todas as formas se for liberada involuntariamente ou de forma descontrolada. Para garantir que uma máquina se torne segura em todas as condições de operação, inclusive durante serviços, deve não somente ser desconectada de todas as fontes de energia, como também garantir que a máquina não irá iniciar inesperadamente ou que partes dela se movam devido à energia armazenada. Por esse motivo, o programa LOTO (Lock Out Tag Out) - como exigido e amplamente aplicado nos Estados Unidos - está cada vez sendo mais usado também nos países da América Latina e Europa.

A desconexão de uma máquina das suas fontes de energia poderia até ser suficiente do ponto de vista de segurança, se os dispositivos de isolamento estivessem sob supervisão constante do profissional de manutenção. Porém, é necessário garantir que outra pessoa não reconecte a máquina às fontes de energia durante o serviço, seja de forma local ou remota. Isso é possível considerando uma máquina de pequeno porte, quase portátil e desconectada do mundo virtual. Agora, considerando um universo de máquinas de médio e grande porte em que o tema da indústria 4.0 e a conexão com a internet se tornam muito relevantes, essa condição de supervisionar todas as desconexões é uma tarefa impossível. Por este motivo então é necessário um programa robusto para garantir a segurança do manutentor durante as atividades de serviço.

Confira o artigo completo na edição de outubro da Revista Proteção.



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